Pesquisar este blog

sábado, 12 de novembro de 2011

Não é culpa minha


Quando estamos insatisfeitos com nossas vidas, normalmente nossa primeira reação é procurar uma razão externa para tal.

“Eu não consigo arrumar um namorado.” Razão: “Não existem mais homens decentes por aí.”

“Estou sem dinheiro e não sei como vou conseguir sair dessa.” Razão: “A concorrência na minha área de trabalho está cada vez maior. Não dá para competir.”

“Tudo está dando errado para mim, como sempre.” Razão: “Se meu pai tivesse tido um pouco mais de tempo para mim quando eu era mais jovem, eu não teria cometido tantos erros na vida.”

Note que todas essas razões nos isentam de culpa e nos deixam sem ideia do que fazer. Além disso, elas também têm um efeito analgésico: se o problema está em outra pessoa e não em nós, então automaticamente nos sentimos melhor. “O problema não sou eu.”

Só que, na verdade, o problema é você.

Ainda que não existissem mais homens decentes solteiros (como se você soubesse a exata quantidade deles); ainda que a concorrência esteja implacável; ainda que seu pai tenha sido um crápula — nada disso vai resolver o seu problema.

O que vai lhe ajudar é olhar para si mesmo e sua situação e se perguntar: “O que eu posso fazer a esse respeito?”

Foque nessa pergunta e comece a gerar ideias.

Sempre que vier o pensamento de pena de si mesmo ou de buscar razões externas para o seu problema, volte a focar naquela pergunta.

Não fique surpreso se você se tornar uma pessoa menos reclamona, mais prática, e mais bem-sucedida.

OS 21 DIAS DO JEJUM DE DANIEL

No passado, Deus falou muitas vezes e de várias maneiras. Por meio de sonhos, visões e profecias Ele usou servos dedicados e separados do pecado para transmitir Sua vontade.
Por intermédio de Seu Filho Jesus, Ele não só confirmou as profecias antigas, mas também anunciou a chegada do Reino de Deus e como entrar nele.
Após Sua morte, ressurreição e ascensão, o Senhor Jesus enviou o Consolador para dar continuidade à obra de salvação.
Atualmente, o Espírito de Deus continua falando, não mais por meio de sonhos, visões ou profecias. Mas, apenas, por intermédio da Sua Palavra - a Bíblia Sagrada.
Então, surge a pergunta: para quê o dom de profecia?
“Mas o que profetiza fala aos homens, EDIFICANDO, EXORTANDO E CONSOLANDO.” I Coríntios 14.3
Como se vê, o dom da profecia não é para adivinhar ou prever o futuro de ninguém. Mas para edificar, exortar e consolar a Igreja.
Como o Espírito Santo fala?
Como ter a certeza de Sua voz?
Como não ser enganado por outras vozes?
Só tem um jeito: nascer da água e do Espírito para obter a natureza Divina e poder compreender Sua Palavra.
Só os nascidos do Espírito têm Espírito para reconhecer Sua fala por intermédio da Bíblia. Veja quantos cristãos (nascidos da carne) têm sido enganados pelos espíritos do anticristo na interpretação bíblica!
Observe o tipo de relacionamento entre o Pai e o Filho, nas palavras de Jesus:
“Ninguém conhece o Filho senão o Pai; e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.” Mateus 11.27
A voz, direção ou inspiração do Espírito Santo, via Bíblia, não deixa margem de dúvida para nenhum ouvinte. Especialmente, para Seus filhos.
O problema é que nem sempre há ouvidos atentos à Sua voz.
Deus fala.
Fala com Seus filhos e com os demais também.
Fala por meio de Sua Palavra escrita.
Fala por meio de Seus verdadeiros servos na pregação (profecia) do Evangelho.
Aproveita também para falar em meio aos problemas cotidianos.
Sua doce e meiga voz tem sido forte no deserto. Quanto maior é a solidão, maior e mais alta é a Sua voz.
A ausência de poluição da voz familiar, de amigos, colegas, enfim, poluição audiovisual da televisão, internet, emissoras de rádio, jornais e revistas, libera a atenção total à fala de Deus.
A poluição audiovisual deste mundo tem sido a maior inimiga da voz de Deus.
Por isso, daqui a um mês, 11 de dezembro de 2011, estaremos vivenciando os últimos 21 dias do ano em jejum. Será o Terceiro Jejum de Daniel para aqueles que querem receber o Espírito de Deus.
O jejum será de todo e qualquer entretenimento audiovisual. Estaremos focando nossos pensamentos apenas nas coisas lá do Alto. Quem crê, vai; quem não crê, fica.
Deus abençoe os que creem.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

DIANTE DO ALTAR

“Assentado diante do gazofilácio, Jesus observava como o povo lançava ali o dinheiro.” Marcos 12.41
O verbo observar trata de um exame atento e mais apurado.
Portanto, Jesus não estava sentado diante do altar como mero espectador. Seu grande interesse era saber como o povo ofertava.
Dinheiro é papel. Seu valor nominal pode ser enorme, ainda assim, é papel. Sua importância e representação pode ser ainda maior, inclusive de bom servo. Mas não deixa de ser papel.
A oferta também é papel. Se for ouro, é metal. Se for casa, é concreto. Se for carro, é ferro.
O que valoriza a oferta não é o seu montante. É a fé.
Fé de que Deus não ficará em débito com o ofertante, e, de acordo com Suas Promessas, há de recompensá-lo muito mais.
O peso da oferta está na certeza de que Deus existe e Se torna Galardoador dos que O buscam. Hebreus 11.6
Subitamente, entre os ofertantes, surgiu uma viúva pobre. Não era para estar ali. A Lei religiosa não permitia que uma mulher entrasse no Templo, além do Pátio das Mulheres.
Por tal motivo, é provável que ela tenha se aproximado do gazofilácio com sentimento de culpa. Além do que, suas moedas insignificantes não atendiam à determinação sacerdotal de valor mínimo exigido na oferta.
Some-se a isso o fato de as moedas cunhadas em Israel serem de valor muito inferior as do Império romano.
As moedas da viúva eram judaicas.
Portanto, a viúva tinha tudo para continuar sendo excluída, só e miserável. Era viúva, pobre, não podia estar diante do gazofilácio, sua oferta era desprezível, enfim, perante sua comunidade, nada havia nela digno de consideração.
Mas Quem estava ali, sentado junto ao gazofilácio, para pesar o coração dos ofertantes?
O Senhor Jesus Cristo, o Deus-Filho do Altíssimo.
Sabe por quê?
Ele estava ali por causa dela.
Ele continua sentado diante dos gazofilácios…
Ninguém O vê. Mas Ele vê a todos.
Porém, honra somente os desprezados, injustiçados, excluídos e sofridos que vêm a Ele de todo o coração, com todas as forças e de todo entendimento.
Chamando Seus discípulos, disse-lhes:
“...Em verdade vos digo que esta viúva pobre depositou no gazofilácio mais do que o fizeram todos os ofertantes. Porque todos eles (os ricos) ofertaram do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza deu tudo quanto possuía, todo o seu sustento

fé a unica moeda de troca com Deus

Quando pedimos algo a Deus, Ele não nos atende por causa do nosso choro, das nossas necessidades ou das nossas dores.
Ele age conforme a nossa fé, que é a única “moeda de troca” com Deus.
Por essa razão, quem crê recebe, e quem não crê não recebe! Somem-se a isso as palavras do Senhor Jesus: “Estes sinais hão de acompanhar aqueles que creem...” (Marcos 16.17)
Quando procuramos um relacionamento com Deus, as obras de caridade ou a vida religiosa não devem ser colocadas em questão, pois, “é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que se torna galardoador dos que os buscam.” (Hebreus 11.6)
Deus agrada-Se, principalmente, das atitudes de fé porque é deste modo que o homem prova que é dependente d’Ele e que obedece completamente à Sua Palavra.
Muitos, porém, pensam que chamarão automaticamente a atenção do Senhor por serem praticantes fiéis da bondade e da caridade. Esperam, sinceramente, que Deus os recompense por conta dos seus atos.
Mas não é assim! E é por pensarem desta maneira que muitas pessoas sofrem, mesmo crendo no Senhor Jesus.
Para o Senhor, o pecado é a atitude mais vil do ser humano, mas Ele nos concede o perdão por meio da fé.
Assim, se para termos os pecados perdoados precisamos de fé, não será diferente para alcançarmos os Seus benefícios. O que é mais fácil conquistar: a vida eterna ou as promessas materiais?
Quem não tem fé para realizar os sonhos materiais, também não a terá para conquistar as promessas espirituais.
Como exemplos de fé, o Senhor Jesus lembra-nos da grande fome em Israel no tempo de Elias. Naquela ocasião, o profeta foi enviado apenas a uma viúva que vivia em Sarepta e a nenhuma outra pessoa. No tempo do profeta Eliseu havia muitos leprosos em Israel, mas somente Naamã foi curado. Verifique:
“Na verdade vos digo que muitas viúvas havia em Israel no tempo de Elias, quando o céu se fechou por três anos e seis meses, reinando grande fome em toda a terra; e a nenhuma delas foi Elias enviado, senão a uma viúva de Sarepta de Sidom. Havia também muitos leprosos em Israel nos dias do profeta Eliseu, e nenhum deles foi purificado, senão Naamã, o siro.” (Lucas 4.25-27)
Por que motivo apenas essas pessoas foram beneficiadas? Porque, em ambos os casos, neles houve a manifestação plena da fé!
Assim, cada um tem a chance de abraçar o caminho da fé ou da descrença. Quando escolhemos o caminho da fé, é preciso estarmos dispostos a sacrificar, pois a prática da fé exige sacrifícios constantes.