Pesquisar este blog

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

A Tropa de Elite do Espírito

Já viu como é a preparação de um soldado no exército? A mente, muito além do corpo, recebe treinamento para controlar suas emoções.

Isso é para que, em caso de guerra, não haja qualquer sentimento de pesar para matar o inimigo. Soldado é treinado para destruir os inimigos da pátria.
Mesmo assim, seu treinamento não é o melhor.
Quando se trata de tropa de elite, em cada cem candidatos, apenas uns cinco, no máximo, são escolhidos. Nesse caso, o treinamento é excessivamente duro e severo. A mente é adequada para fazê-los quase insensíveis à dor física. Imagine a insensibilidade com respeito às emoções!

Se o soldado não é capaz de vencer suas emoções e fraquezas pessoais, como poderá enfrentar e vencer o inimigo? Se não vence seu interior, como o fará no seu exterior?
Creio que a filosofia da tropa de elite não é para morrer lutando. Mas para vencer lutando.
No Reino de Deus não é diferente. Todos os nascidos do Espírito Santo fazem parte da Tropa de Elite Celestial. Nenhum filho é mais fraco do que o outro. Todos têm o mesmo DNA Divino, o mesmo Espírito, o mesmo poder…
Não é o que temos crido? Que “Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação.” 2 Timóteo 1.7
É claro que nem todos têm tido disposição para expor a própria vida pela fé. No passado foi assim, no presente é assim e no futuro também o será.
Mas há alguns que excedem. Não medem esforços no sacrifício da sua vida por aquilo que creem.

A exemplo dos gaditas que ajudaram Davi, diz a Bíblia que eram “homens valentes, homens de guerra para pelejar, armados de escudo e lança; seu rosto era como de leões, e eram eles ligeiros como gazelas sobre os montes... O menor valia por cem homens, e o maior, por mil." I Crônicas 12.1-14.
Deus não poupou poder aos fiéis do passado e nem o faz no presente. Ele tem armado Seus filhos de tal forma que não há chance de os inimigos da cruz prevalecerem.
“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas...” 2 Coríntios 10.4
Os nascidos do Espírito de Deus nunca perdem. As supostas perdas, fracassos, frustrações e decepções nada mais são do que o preparo da Tropa de Elite do Espírito de Deus.
Tudo coopera para o bem deles! Tudo…
Quando ganham, se alegram com a vitória. Aleluia!
Quando perdem, choram, lamentam e resmungam. Só por enquanto.
Lá na frente, descobrem que ganharam também. E aí, é correr para o abraço!

A morte, os demônios, o inferno, o diabo e seus filhos se mordem de raiva por ver-nos felizes, alegres e radiantes, mesmo diante dos vendavais da vida.
Os filhos de Caim morrem de inveja da gente. Quem manda não sacrificar como os filhos de Abel?
KkKKKKKKKKKKK
Portanto, ganhando ou perdendo, os nascidos de Deus sempre ganham

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

OS 21 DIAS

Obstáculos são comuns no cotidiano de todos nós, seres humanos, e muitas vezes desencadeiam falta de coragem, insegurança, desânimo e baixa autoestima. Porém, aqueles que estão fortalecidos em seu interior conseguem continuar na luta e vencer as dificuldades, pois são movidos por uma força espiritual que não permite que esmoreçam. A fim de proporcionar às pessoas – independentemente de denominação religiosa, raça ou classe social – que ainda não tiveram um verdadeiro encontro com Deus, nem se entregaram de corpo, alma e espírito ao Senhor Jesus, o batismo com o Espírito Santo, a Igreja Universal está promovendo pela terceira vez a campanha “Jejum de Daniel”.
Os 21 dias do Jejum acontecerão entre 11 e 31 de dezembro. Será um período de muitas orações e abdicação de momentos de lazer em prol da paz interior. Foi com esta intenção que o “Jejum de Daniel” foi idealizado: para que as pessoas fiquem com a mente relaxada e mais focada nas questões espirituais, possibilitando uma maior proximidade em relação aos pensamentos e vontades de Deus.

De acordo com o bispo Edir Macedo, para ter o Espírito Santo é preciso investir e se sacrificar. “O sacrifício é uma desintoxicação de tudo que o mundo oferece (televisão, internet, jornais, entretenimentos etc.).” Ele afirma que é um período em que as pessoas devem pensar apenas em Deus. “Desta forma, a pessoa vai ter tempo para sua família, para orar e fazer o que não fazia ou não tem feito.” E acrescenta: “Se você tiver o Espírito de Deus, está garantido.”

Acompanhe os relatos de pessoas que participaram das campanhas anteriores, sendo renovadas espiritualmente ou batizadas com o Espírito Santo.

No Rio de Janeiro, "Novos hábitos após campanhas"

O casal Ricardo Duarte da Costa, de 51 anos, contador, e Maria Lúcia Rocha da Costa, de 45, dona de casa, fez parte das duas edições do Jejum, já foi batizado com o Espírito Santo e vai participar mais uma vez da campanha. Para Ricardo, não foi fácil se habituar a não assistir à tevê à noite. “Mas percebi que podia dedicar aquele tempo à minha comunhão com Deus, lendo a Bíblia e orando. Foi muito prazeroso e continuo aplicando os aprendizados obtidos na campanha”, afirma.

Já sua esposa, Maria Lúcia, que sempre acompanhou a programação da “Rede Aleluia”, diz que, após o “Jejum de Daniel”, passou a ver menos tevê. “Sempre que posso, acesso a IURD TV para assistir aos programas. Dessa forma, me sinto fortalecida espiritualmente durante todo o dia”, conclui.

Em Goiás, “Foi uma grande oportunidade”

“Quando aconteceu a primeira campanha do “Jejum de Daniel”, já era batizada com o Espírito Santo e vi a oportunidade de fortalecimento. Agora participo de todas as edições, pois me sinto renovada com o Espírito Santo e, assim, tenho forças para enfrentar tudo o que vier. Ficar sem ver televisão não é nada diante da grandeza que Deus proporciona”, diz a dentista Beatriz Jacob Chaer Andrade, de 28 anos.

Na Paraíba, “Foram dias especiais”

“Estava afastada há mais de 5 anos da Igreja Universal e, quando retornei à IURD, já estava no 11º dia da primeira campanha do ‘Jejum de Daniel’. Busquei com fé durante o propósito e fui batizada com o Espírito Santo. O dia do batismo foi o melhor da minha vida. Nunca tinha experimentado aquela sensação. Hoje sou uma nova criatura. Agora posso dizer com alegria: Ah, que dia! Jamais esquecerei! Foram dias especiais”, relata Ana Cássia Aciole, de 33 anos.
Fonte:

Línguas estranhas

Quando se fala em batismo no Espírito Santo logo vem à mente crente o falar em línguas.
Não há sede de Deus, nem desejo de mudar de vida e muito menos em querer servir como templo do Espírito de Deus. Mas só vontade de falar em línguas.
Essa cobiça "santa" não tem nada a ver com Deus. Antes, é pura manifestação de vaidade estimulada por espíritos enganadores. Estes pegam carona no espírito da emoção, e se aproveitam para iludir os incautos com sensações estranhas que culminam em falas estranhas.
É por isso que muitos estão na onda do cai-cai e do andar de quatro, como leão de zoológico.
Essas e outras aberrações têm acontecido justamente por falta do Espírito da Verdade.
O desejo do batismo no Espírito Santo não pode, em hipótese nenhuma, ter como objetivo o falar em línguas. Se falar, a exemplo bíblico, amém. Se não falar, qual o problema? O Espírito de Deus não está sujeito às línguas estranhas. A falta do falar em línguas não pode servir como motivo de dúvida para o impedimento da ação Divina.
O batismo no Espírito Santo não é para falar em línguas, mas para habilitar os servos de Deus a fazerem Sua vontade e realizarem Sua obra.
Além disso, num mundo podre e hipócrita, repleto de ofertas camufladas do inferno, como discernir o bem e o mal?
Como saber quem é quem para namorar e casar, segundo a vontade de Deus?
Em qual área profissional serei mais útil no Reino de Deus?
Qual igreja é de Deus?
Como discernir o falso do verdadeiro homem de Deus, se todos falam ou pregam em Sua Palavra?
Como separar o joio do trigo?
Como reconhecer a voz de Deus e a do diabo?
Essas e outras dúvidas são claramente dirimidas com a direção do Espírito Santo.
Quem melhor do que Ele para guiar Seus filhos a toda a verdade?
O Senhor Jesus disse: “ …quando vier, porém, o Espírito da Verdade, Ele vos guiará a toda a verdade…” João 16.13
Ó meu Deus e meu Pai, em o Nome do Senhor Jesus, guarda Teu povo dos espíritos do anticristo e do engano.
Amém.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Obra de Deus.

Forte. Extremamente forte. Especialmente, para quem realiza a Obra de Deus.
A mensagem de Jesus era dirigida aos oprimidos, conforme Isaías 61.1.
Às vezes, interrompia Seu discurso e estimulava a fé no pedi, buscai e batei - salvação do corpo. Outras tantas, focava a mensagem na salvação da alma - e o que vem a Mim, de modo nenhum o lançarei fora.
Mas em Mateus 7.13-23 Ele fortalece, pelo menos, 7 pontos:
1º- a porta estreita;
2º- a cautela sobre os falsos profetas;
3º- a árvore que dá bons frutos;
4º- a árvore que é cortada e lançada no fogo;
5º- nem todo crente entrará no Reino dos céus;
6º- o que faz a vontade de Deus;
7º- o que realiza Sua Obra.
Chama atenção Sua ênfase aos MUITOS realizadores da Obra de Deus que, naquele dia, Lhe dirão: “Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em Teu Nome, e em Teu Nome não expelimos demônios, e em Teu Nome não fizemos muitos milagres?”
Quem faz a vontade de Deus cuida da própria salvação; quem realiza a Obra de Deus cuida da salvação dos demais. Porém, de nada adianta ganhar o mundo inteiro, mas relaxar no seu relacionamento com Deus e perder a sua alma.
Obviamente, quem é nascido de Deus pensa como Ele e quer ganhar almas. Porém, há muitos que, supostamente, realizam a Obra de Deus. Não, por paixão pelas almas, mas por si mesmos. Paulo os chama de mercadejantes da Palavra. 2 Coríntios 2.17
Naquele Dia ouvirão: "Apartai-vos de Mim os que praticais a iniquidade."
Os verdadeiros servos renunciam suas vidas, renunciam seus sonhos e vivem para sonhar os sonhos de Deus. Não só realizam Sua Obra, mas, sobretudo, fazem Sua vontade.